terça-feira, 13 de outubro de 2009


encontrei paz
a luz do sol nasceu
e a do poste se apagou
o sono se foi
- ficou o sonho
terei de espremer
pro sono voltar
e na aurora dormir
fecho os olhos
de tão claro dia
o sol acorda
então eu durmo

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Extra ordinário


Mar quebra na beira da praia e deixa casal de namorados ferido

Hoje pela manhã uma forte onda se abateu sobre a areia da praia de Copacabana deixando um casal de jovens ferido. A causa do acidente ainda não foi divulgada, mas testemunhas dizem que o casal caminhava com bastante euforia e despreocupado pela praia quando o mar se enfureceu. Eles dizem que os dois haviam encontrado um pedaço de galho na areia e com ele fizeram algumas marcas no chão. Foi nesse momento que o mar invadiu a orla e molhou os pés dos apaixonados, apagando o que haviam escrito e deixando o coração dos dois partido ao meio. Logo uma grande quantidade de curiosos se aglomerou no local para saber notícias do ocorrido. Alguns dizem que a causa do acidente foi ciúmes da parte do acusado, outros afirmam que tudo não passou de uma grande coincidência e que o ocorrido é muito comum nessa época do ano. Dizem também que todo o alvoroço se deve ao fato do casal ser de classe média alta e o ocorrido ter sido localizado em praia nobre da cidade. O fato é que o jovem casal ficou numa situação muito grave. O rapaz permanece calado, sem querer dar declarações, já a moça, aos prantos, diz que quer o seu coração de volta. A polícia procura vestígios no local a fim de iniciar as investigações, mas parece que o acusado abandonou o local apagando as poucas marcas que ainda sobraram do atentado. Com isso, o fugitivo poderá ser autuado pelos crimes de adulteração da cena do crime e omissão de socorro. As pessoas ainda estão perplexas com a notícia, mas como em tantos outros crimes conhecidos, a expectativa é que as pessoas esqueçam o ocorrido e logo retomem suas atividades. Muitos ainda relutam mas já podemos perceber algumas pessoas indo banhar-se nas àguas límpidas e claras da impunidade.